Discurso sobre a primeira década de Luís Inácio

Envio a Vossas Senhorias um presente que, se não corresponde a magnitude de minhas obrigações, representa o que tenho de mais precioso. Trata-se de tudo o que sei sobre a década da usurpação comunista, aquela que tantos males trouxe aos homens bons da Pátria,  devida a tamanha insolência, que ameaçou as famílias de bem, negando os filhos da gentalha que constitui nossos mais reles serviçais como continuadores servis dos nossos próprios rebentos, o que se constituiu numa insolência inaceitável, em boa hora posto a termo pela nata dos homens bons, com supremo, com tudo.

Nem Vossas Senhorias, nem qualquer outra pessoa poderiam esperar de mim mais do que tenho a oferecer aqui; como não poderiam queixar-se de que não lhes dei objeto de maior valor. A pobreza de meu espírito poderá aborrecê-los com a aridez de meu relato sobre as chagas bolchevistas, mas trata-se de ímpar verdade que aflige aos bons, os quais sois vós mesmos, merecedores de tão nobre reparo.

Embora os homens bons, por natureza virtuosos, em alguma medida foram permitindo que o comunismo vermelho avançasse sobre nossa nação, culminando com a usurpação do poder central pelo ser satânico de Garanhuns, falha que possibilitou uma década de marxismo atroz, deixando no ar a marca cramunhão, com a insubmissão das classes inferiores, o que ameaçou seriamente fazer ruir os estamentos pátrios tão nobremente edificado pelos nossos ancestrais.

A causa disto, na minha opinião, está menos na fraqueza em que a moderna união liberal fez mergulhar o mundo e nos vícios que levaram os agentes bolchevistas serem alçados com próceres do populacho que nas fraquezas que levaram tantas cidades da cristandade a uma forma de preguiça no combate ao marxismo cultural ateu, inimigo da família cristã, o que possibilitou a ascensão do atual papa marxista católico.

Resolvido a salvar os homens desse erro, achei necessário redigir este sítio noticioso, uma vez que se todos lessem com atenção as tertúlias de Olavo de Carvalho desnecessário seria, para que todos acordem e se mantenham ativos no apoio a Jair Bolsonaro e aos mais legítimo governo dos homens de bem do país, que os representa em todos os seus aspectos, sendo portanto legítimo. É uma empresa difícil que espero contudo, conduzir longe o bastante para que fique faltando pouco caminho a quem queira levá-lo à termo.

Como demonstram todos os que escreveram sobre política, bem como numerosos exemplos históricos, é necessário que os de bem, legítimos herdeiros do estado, partam do pressuposto que todos os componentes do povéu são maus, e, se a malvadez de tal gentalha se oculte durante certo período de tempo, devido a fatores como cartas aos empresários e investidores, mas o tempo – conhecido como senhor da verdade -, vai revelá-la através dos prounis, cotas para negros, bolsa-famílias, etc.

Não quero silenciar sobre as desordens ocorridas em São Paulo, entre o cansaço das melhores famílias e a tomada das rédeas do poder pelos tribunos do Supremo, lançando ao mar a fêmea insubmissa e impedindo o molusco escarlate, mas tal agitação seria imprecisa se as forças militares tivessem agido com esmero no pronto combate ao comunismo, deixando o populacho longe disso, para que não aprendesse a importunar aos que por direito legítimo e divino tem de assumir o mando do país, afinal, a quem se pode confiar a defesa da liberdade de ação dos homens de bem, aos aristocratas ou ao povo iludido? Quais são os que tem mais motivos para instigar a desordens: os que querem adquirir ou os que querem conservar?

A reação à infâmia das universidades, que viu-se importunada pela presença daqueles que não poderiam ali transitar, uma vez que não é possível implodir os estamentos nos templos do saber sem fazer desmoronar os pilares da república, representa a nossa essência pétrea, que deve se impor sempre, mesmo face às investidas comunistas, para que nossa força sempre presente, restabeleça de pronto a verdade eterna que os vermelhos sempre querem corroer.

Porque é sabido que quando uma multidão é culpada e o autor do crime é incerto, não se pode punir a todos, mas sim acabar com a décima parte, a critério dos homens bons, o que faz com que a maioria tema a sorte dos punidos, abrindo mão da insubmissão, o que sempre traz consequências funestas na nossa república. Assim sendo, toda a generosidade com a gentalha deve ser extinta para que nunca mais sejamos ameaçados pelas hostes do petismo que teima em crescer em nosso meio como as ervas daninhas no campo.

 

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16 comentários sobre “Discurso sobre a primeira década de Luís Inácio

  1. Bom dia. Ora, magister, o mal por si só se desfaz. Não vê que o Décad., digo, Eneadáctilo, a cada dia perde apoio? No fundo, eu gosto desses comunistas. São gente boa. O ruim neles é esse negócio de igualdade racial. No mais…

  2. ,Mestre,

    Lula passou , virou ex. Agora é a hora e a vez do Capetão Cloraquina, protetor dos fortes e opressores . Ciao queridos, quem mandou nascerem pobres.

  3. Você homem bonzo, voce mulher boa, meu amigo minha amiga, olha a…
    Dica:
    Liquidação da Petrobrax!
    2 poços de petróleo pelo preço de um, não perca!
    Compre uma refinaria de $ 100 por apenas $ 10.
    Oportunidade do século!
    É tudo na baciada!
    Mulher bonita não paga! (mas também não leva).
    Acabou a kurrupissaum!!!!

  4. Mestre,

    O espetáculo do Micto , mostrando a “rachadinha” na Praia Grande , foi digno de um circo de horrores . Esse cara devia fazer uma plástica

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