Reflexões de final de ano

Ao findar mais um ano, abrimos espaço para as reflexões pertinentes ao tempo presente dos nobres correligionários deste humilde sítio, a começar pelo grande combatente contra as hostes comunistas, Coronel Lalado. Apreciem:

Caro mestre D’Almeida Prado,

Quando considero e avalio no meu pensamento todos os fatos, assim Deus me ajude, não vislumbro senão uma certa conspiração de pobres procurando as suas próprias vantagens em nome e sob a tutela dos comunos-bolivarianos hospedes da papuda. Inventam todos os meios e possibilidades, leis impostos e taxas, para usar e abusar do trabalho, labor e criatividade atávica aos maes abonados e ricos!!

Regozijam-se com o intervencionismo rasteiro nos mercados sem qualquer disciplina financeira ou fiscal. Questionam que disciplina e para quem?

A actual crise de fornecimento de energia, o popular apagão, o desabastecimento de géneros, na data do congraçamento cristão do natal, o desemprego e a recessão nos trazem a realidade presente e brutal. Faz-se urgente que as regras paternalistas que regulam o trabalho devam ser modernizadas e reactualizadas e o Estado Social reestruturado ou reformado, melhor, totalmente eliminado com vista à competitividade, ao crescimento e ao emprego.

O discurso é que estão a controlar a especulação, que estão a controlar a existência de rendas monopolistas na economia. O resultado é a fuga de capitais e rendimentos com a desculpa espharrapada de eliminar a lavagem de dinheiros e eliminação do crime organizado! Não! Não há como controlar todos os vôos de helicóptero!! Esta “disciplina” é omissa em todos estes aspectos e acaba por promove-los. Trata-se de “disciplina” como austeridade, castigo, repressão por meio de penitência, neste caso sobre os que têm dinheiro para colocar em paraísos fiscais.

Caros confrades da liga dos livres mercados, um feliz natal e próspero 2014 que se avizinha em chamas, à lucta!!

Coronel Lalado

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12 comentários sobre “Reflexões de final de ano

    1. Prezado Emerson

      Que selecao! Que escrete dourado! Nunca antes neste pais se reuniu tantas mentes brilhantes e iluminadas em um so grupo, as vezes fico com orgulho do nosso bananal quando me deparo com a realidade exposta dia dia pelos nossos fazedores de opinao, que seres tao cheio de desapego, isencao, apenas preocupados com os melhores caminhos que a nacao deveria seguir e que a Monica do capeta insiste em trilhar ao contrario. E digo mais nao so emphrentar no proximo ano, mas emprenhar nossos coxinhas pelos ouvidos de forma firme e convicente, ou seja, a manutencao de toda uma postura diante dos falsos problemas que este des-governo insisti em dizer que estao resolvendo!

      E tenho dito

    2. Preclaro Emerson57,

      O time é dos melhores, não há um único cérebro na equipe, alguém que vire o jogo: um crack, o que os diferencia é disciplina táctica: invejável. É bem verdade que quase todos chutam com a direita, mas é para marcar só os adversários que jogam pela esquerda!

      Meu problema é com o técnico, não se ganha jogo jogando só na retranca, o estilo Zelador de C. de Macho cai por terra com um ponta enfiado no meio da jaga com dois alas abrindo a defesa, a equipa fica louca assim!!

      Acho que uma comissão técnica que goste de sair para o jogo a melhor. Quincas é um bom nome que garante a defesa com um ataque sufocante.

      Mas temos Dudu e Mari, que podem diblar os adversários com descidas rapidíssimas pela esquerda. É-sim, podemos ter outras opções, mas de imediato vamos deixar equilíbrio nas contas para os contadores.

  1. Mestre! Juro que não foi eu!

    Mas ao abrir este santo sitio, vi uma propaganda comunista.

    Logo após as manchetes dos últimos post estava escrito:
    “Page 1 of 247”

    Isto é uma clara provocação aos homens bons já que induz aos confrades visitar o parcial e inisento e vendido sitio do Brasil 247 [http://www.brasil247.com/]

    A matéria de capa neste momento é: “Sim, o Brasil deve seguir o Uruguai sobre a maconha [http://www.brasil247.com/pt/247/mundo/125070/Sim-o-Brasil-deve-seguir-o-Uruguai-sobre-a-maconha.htm] Coitados dos NOSSOS coxinhas.

  2. Nobre Mestre,

    O ano que começou com perspectiva brilhante, Ilustrado
    terminou como um espelho quebrado.

    A revolta que começou nos shoppings,
    com nome de água tônica
    desaguou nas ruas
    sob a repressão da Mônica.

    Apesar de marcado pelo 13 da sorte
    Neste ano o país ficou na UTI,
    à beira da morte.

    Barbosa o bom, o gentil o humilde o sagaz,
    quase um Franciscano,
    para os de Benz
    foi o Homem do Ano.

    Aécim, alegre, aébrio aéreo,
    saiu do ninho,
    tomou seu todinho e alçou voo solo,
    de helicóptero,
    vacilante como um coleóptero
    a quem todos duvidaram ser capaz de voar,
    teve a audácia ao vampiro desafiar.

    O travesso Snowden, revelou que Obama
    Adorava espionar uma Dama,
    A Alemã e a que passou pela ditadura
    Olhando as duas pelo buraco da fechadura.

    A compra da Copa das Confederações desmascarada
    Pelo sábio Mestre Hari
    Rápido e elegante como uma Ferrari

    Ao sítio trouxe uma multidão desvairada
    De coxinhas e Fabrícios desnorteados
    Com a sagacidade literária de um Ara
    Que nos brindou com sua obra prima
    Um dicionário que é uma joia rara.

    Mas do Santo Sictio fugiram em desalento
    Correndo das presas do nobre Canino Pulguento

    Morvan o Cavaleiro Cibernético
    Não cansou de nos lembrar
    Neste espaço tão eclético
    No rodapé de cada mensagem
    Em tão direta linguagem:
    DARF, se pagou tem de mostrar.

    Tão sancto este sítio pois
    Onde abundam os dotes
    Só de padres, ao menos dois
    O Quevedo e o Iscariotes

    No cardápio dos comentaristas
    Quão extensa a lista:
    Um Cantor em Caldas
    Um Faraó redivivo
    Um bardo Francês
    E outros tantos que vem e vão
    Carregando na alma São Serapião.

    E se a memória agora não os reconhece
    É de me causar espécie
    Estarei com memória de ociólogo ?
    Que a todos disse, incluindo a Vivi
    Esqueçam tudo o que escrevi.

    Não, não preciso de psicólogo.
    Hospício é lugar d´outrem
    De coxinhas de jaleco que cuspiram
    Nos Médicos Cubanos que nos invadiram
    E de Grandis que esqueceu o trem.

    1. Boa noite.

      Joseph Hill (25 de dezembro de 2013 at 20:41):

      “… Barbosa o bom, o gentil o humilde o sagaz,
      quase um Franciscano,
      para os de Benz
      foi o Homem do Ano
      .

      “.
      Inspiradíssimo.
      Por isso que se diz, amiúde, que “O Cafofo Hariováldico é a Taberna do Conhecimento Pós-Quântico“.

      Saudações “Dilma, os aviões saíram. Imprime força agora, no Marco Civil; Globo, Mostra o DARF.“.
      Morvan, Usuário Linux #433640. Seja Legal; seja Livre. Use Linux.

  3. Caríssimos Irmãos,

    este será nosso último reveillon !

    Com o desemprego disparando,a inflação hipergalopante,a falência da Petrobras, a invasão dos assassinos cubanos, entre outas misérias, a Ruiva Búlgara vai concluir a vendada Terra de Santa Cruz aos comunistas chineses,que aqui instalarão um colônia de trabalhadores escravos

    Vou me afogar em champã. Adeus!

  4. Passo por este espaço nobre com a alma ferida por tantos absurdos que acontecem neste Brasil de meu bom Deus.

    Sinto então a leve brisa dos que sopram a favor do bem, essa corrente que tem em Hariovaldo Prado um de seus mais insignes vértices.

    De uma hora para outra, vejo-me banhado na espuma da sabedoria e da bem-querência cívica emanada do virtuoso blogue.

    Precisaremos sim de grande sorte para impedir a tomada de nossa Bastilha Tropical no ano de 2014 a se avizinhar.

    Os justos habitam estas plagas. E a eles me dirijo, desejando, à custa de caviar e champanha, não somos de ferro!, um dois mil e quatorze de ventura, com Serra, Soninha, Marina, Campos, Joaquim e Aécio (ou uma sóbria mistura de todos esses grandes nomes) ocupando o lugar dos usurpadores das terras baixas!

    Ave!

  5. Mariscal Coronel’alado,
    Magnânima rephlexão! Coloca a qüestão da disciplina (da patuléia) com a devida emphase. Se revoltosos, cabem-lhe os devidos correctivos, para a manutenção dos laços d’amizade que unem as classes.
    Alvíssaras.

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