30 thoughts on “Bloco Comunista cerceia liberdade de imprensa no carnaval

  1. Em oitros rincões danação communistas dispharçados de foliões ironizam e desrespeitam ícones do jornalismo izento de bens aphrontando a liberdade de imprensa.

    As lágrimas de bom crocodilo achadêmico vilipendiadas por petralhas ensandecidos com a vitória dos usurpadores nas urnas fraudadas: querem estabelecer censura a boa imprensa democrática dos homens de bens

  2. Prezados Comphrades e Comphradas deste cafofo carnavalesco Hariovaldiano, Evoeh Momo !

    Eh mesmo um absurdo o desrespeito da gentalha com os Izencthos Veículos de ( des) inphormaccao deste país …. Disgusting !
    Por esptas e ouptras pretendo me estabelecer de vez fora do bananal e só acompanhar nopticiario de fontes boas e comphiaveis como Fox News , Financial Times e outros da mesma grei.
    Falar em máscara , o que fizeram com a pequena sobra daquelas que reproduziam a carran…..digo, a face heróica do nosso Batman dos Tristes Trópicos ?
    Alvíssaras e Skindo ! Skindo ! Para todos e todas !

  3. Mesoeufs Mestre. Esta gente deveria estar chorando, lendo algum romance de Melville ou Poe, mas não, estão aí festejando não se sabe o que, já que a pátria está entregue às moscas e perdição. Vão para o Butão, já que nem para Cuba a gente pode mandar mais.

    1. Iscas, darling [mesoeufs é dila… como diria Morvan, se não estivesse ófilaini, orando por essa gente a Serapião de Itapipoca]

      Esse negócio do Milton de tem que ir pronde o povo está… Coisa nenhuma! Tem que ir ponde a ÁGOA está…. Os cabeça chata vão é exportar o Quinze da Rachel pra sunpaullo…

      1. Vivenciada Vivi. Dizem que o artista tem que admirar sua obra. Nada mais justo, o povo de sumpaolo não sofre com a falta de papel higiênico dupla folha como acontece naquele país bolivariano e venezuelano. Só não conseguem dar a descarga e em suma, estão com os olhos de baixo limpinhos mas os de cima obrigados à degradante visão de seu troninho. A citação ao Butão serve à ambos os casos : naquele país, julgam que o dinheiro não traz felicidade, mas também não traz o papel oras bolas.

  4. De repente meu deu uma ânsia… uma falta de ar… uma vontade louca de gritar a plenos pulmões:

    I M P Í T I M A N É M E U Z O V O !

    Ai meu Deus! Será que isto é contagioso? Será que isto “pega”?

    Parabéns povo de fortaleza!
    JE SUIS FORTALEZA!

    Ih! pegou de novo!

    1. Nobre Lulu Hospedeiro

      Esse povo bolsista adora inventar coisas como ” …MEUZOVO”.
      Não seria mais elegante se referir ao já consagrado ” OSTESTÍCULOSDO
      DOPADREINÁCIO”?
      Eles adoram palavras que começam com a letra “B”, tem a letra “C” nomeio e
      a letra “T” no fim, como por exemplo BiCiCleTa”. Poderiam dizer então
      ” IMPITIMANÉABICICLETADASUANONA”. Sei lá o que vai na cuca
      desses cabeças de bagre.

  5. Momo-cercehado Mestre!
    Hump! Isto não pode e não vae phicar assim. Hurge que o tal parecêdor-moro, digo, mor, aparêça com parecêr padrão globo de qualidade que phaça desaparêçer com essa raça no mínimo por huns 50 tons, digo, 50 anos ou gerações. Sabe essa pobralhada (bicicleta é cousa de pobre) quanto a bôa emissôra paga aos seus phuncihonários para esculaccharem a búlgara noute e dia todos os dias? Não phoi pra isso que ensinamos a palavra imppeacchmmentt para a ninguenzada. Isso é phalta de S.Serapihão no coração e JN na cabêça. Humpf! Imagine se a moda pega… o papae dos marinhos e todos os revoluccionários de 64 que já estão no céu não devem gostar e, onde parei mesmo? Ah! Sim.
    Parece que phoi antehontém. Ia eu tranquilo pela calçada da Avenida Central em direcção à Biblihoteca Naccional com o Thesouro da Juventtude debaixo do braço, quando ela passou em hum côrso, cantando huma indecência qualquer chamada “Ó abre alas”. A visão dos joêlhos e ombros nus daquela princêza tão bela quanto D. Izabel de Orleans e Bragança, me paralisou de tal modo que joguei phora o livro e phui atrás do phord-bigode. Ao notar minha presença, ela tirou do cabêlo huma phlôr e jogou para mim. Mas o canalha do Jorginho Guinle pegou-a antes, depois de me dar huma rasteira que todo mundo viu e riu. O carnaval de 23 pra mim começou e acabou ali. voltei pra procurar o livro. Humpf!

  6. Ungido prophessor D’Almeida Prado, demaes pholioes indignados

    Esptas maniphesptações são hum atentado não apenas as liberdades de imprensa, mas huma aphoncta ao estado de direitos. Doutor Ives Granda deu hum parecer dephinictivo que o impeachamento da indigitada é questão de tempo. Se Doutor Moro não se maniphestou pelo JotaeNe, ou diário da justiça, é porque concorda. Portanto tão logo Doutor Brigadeiro de Cláudio volte do Rio disposto ao batente vamos concluir o processo, bastando para tal aphasctar as pessoas da linha sucessória, Michel Temer, Renan Calheiros, o presidente do supremo Ricardo Lewandowski….

  7. Boa tarde amigos em Hari.

    Nem tudo são flores. Estava no Forum. Osória me abandonou.
    E eu me pergunto: onde foi que errei? Sempre procurei preencher todos os espaços vazios dela. Pela manhã, sempre deixava um lista de afazeres, porque sei que a ociosidade traz mal pensamentos: ela podia pensar em mim ou em nós e isto não é bom. Mas nada mudará meu modo de ser. Sim hoje já não sou mais bonito como nos tempos em que entrei na cavalaria, naquela época eu tinha olhos azuis. Além do que, além das sequelas provocadas por Sphincter, tenho um novo problema de saúde: um priapismo tardio. De maneira que toda vez que fico excitado sofro desmaios, porque o sangue desce todo pro phalo e não consigo consumir o ato, se é que me entendem…
    Mas não mudarei minha rotina: continuarei a ler A Marcha e o Cavalariço Rebelde, que me chegam semanalmente pelo correio, e aproveitarei esse tempo de solidão para reler livros que foram fundamentais na minha formação, como O cabo Rusty, uma história de cabo a rabo e Memórias de Dan Mitrione.
    Ainda bem que tenho Sfhincter nos fundos, digo nos fundos do quintal de casa morando numa baia que levantei com todo carinho pra ele. Outra coisa que não vou deixar de fazer é assistir o Dantena nos finais de tarde. Porque gosto, logo depois do programa, de alvejar mira em árvore no quintal, por meu acerto, e pra não desperdiçar munição quando há qualquer murmurio em frente de casa, depois das 7 da noite. Como disse, não mudarei minha rotina e ainda conto com os amigos desde sitio com os quais posso me desabafar. Vida que segue.

    PS Separação sempre traz algum onus. Sou eu mesmo, humpf, que terei de buscar cevada argentina na casa de ração animal, coisa que Osória fazia toda segunda-feira.

    1. Prezado Damato

      A vida é assim mesmo, e as mulheres sempre dispostas a huma tempestade em meio, para economizar, copo d’agua. Para ajudar a passar o tempo huma esticada a Paris, Avenue Foch, seria a melhor pedida. Mas sugiro que sua pessoa inclua em sua biblioteca o livro daquele grande jornalista, o.. , o.. , que cabeça me esqueci! Mas o livro é: “Ô Mensalão: o dia a dia sob aquela Capa”, simplesmente emocionante, mosptra com detalhes cor, tamanho, e ouptras inphormapções taobem usados pelo auptor.

      1. Meu brilhante coronel ustr, digo, Lalado. Obrigado pelo apoio. Vou incluir o livro indicado ao meu acervo. Esptou um pouco confuso, devido a situação que passo. O da Capa a que se refere é o Tenório, o cavalgante, ou estou imiscuindo literatura com cavalaria? Quanto ao autor, você deve estar falando de um professor que tem nome de rua, ou de viela ou coisa de mesmo theor. Ah, lembrei o nome! Bendito tríduo momesco, como faz bem à cabeça: O nome do autor é Martinho da Villa, professor do morro de São Carlos.

        PS. Tem um outro livro que pretendo comprar, de um tal de Merval. Se bem que dizem que o autor é super mascarado.

      1. Boa noite conciliadora Vivi. Como já deve saber sou um homem da cavalaria. Já caí outras vezes do cavalo, porém sou daqueles que reconhece a queda, sacode a poeira e dá a volta por cima. Homens da minha estirpe não se abatem.

        PS Embora ce não sabe como dói as sequelas que carrego no fundo do meu amago…

          1. Comovente, Lalado. Mas não sou homem dado a sensibilidades. Conforme já relatei, só derramei lágrimas três vezes na vida:
            1) quando fui homenageado na Liga das Senhoras Católicas,
            2) quando era pequerrucho, assistindo o filme a Lady e o Vagabundo, na cena em que eles vão comendo o mesmo fio de macarrãozinho até tocarem os lábios;
            3) Num discurso político feito por Afanasio jazadji. Aí eu já era grande.

    2. Inconsolavel confrade Damato: ter um relacionamento com representante do clã dos Osórios (Duque-Estrada) sujeita a este tipo de risco, dar com o pé na estrada. Mas não vos apoqüenteis : a contrário da “garota que saiu de casa numa quarta-feira”, Osória voltará para o bacalhau neste dia da semana, desde que o mesmo esteja pronto para servir, é claro.

      1. Obrigado pelo apoio reverendo. Além das armas é bom ter o apoio da Igreja nestas horas. Quanto a Osória, a vizinha de frente, uma mexeriqueira, anda a espalhar que ela deixou um bilhete dizendo que ia embora com um caminhoneiro. E que ela deixou um bye, bye….

  8. Dilleto prophessor D’Almeida Prado, demaes pholioes

    D’aqui da Avenue Foch o carnaval transcorre sem a presença do povo ou de comunistas que sempre prejudicam a phesta com sua, deles, presença desagradável.
    A GRESUH com o samba enredo Barba Grisalha e marchinhas como a do Pó Royal e Sereias do Cantareira emocionaram o público. O sam-ba-no-pé é dançado com elegante malemolencia. Hoje Fernando não apareceu, phicou em hum banho maes demorado, aphinal, por aqui tudo phunciona, tem até agoas.

  9. Caro Prof. Carnavalesco,

    Como ficamos? Com a livre impren$a cerceada vamos ter que REALMENTE fugir pra Miami pra pular carnaval livremente junto com os bonz. Chato vai ser se o Moreninho do Norte resolver praticar idéias comunistas de taxar os homens de benz. Daí sugiro irmos pra Suiça, visto que nossa gloriosa Impren$a nem se tocou, foi tocada, pelas recentes escandâl… digo informações inúteis liberadas por gente que num tem carnaval pra pular.

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